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Governo vai lançar nova licitação do VLT até o início de 2018

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O Governo do Estado pretende lançar uma nova licitação para contratação de uma empresa de engenharia para tocar as obras do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) em Cuiabá e Várzea Grande. O novo edital, que já está em estudo na Secretaria de Estado das Cidades (Secid), deve ser lançado até o início de 2018.

De acordo com o procurador-geral do Estado, Rogério Gallo, o governo descarta a realização de uma Parceria Público-Privada (PPP) para a continuidade das obras, paralisadas desde 2014. Uma nova empresa deverá ser contratada, por meio de licitação, para substituir o Consórcio VLT Cuiabá-Várzea Grande.

O Consórcio VLT é formado pelas empresas CAF Brasil, CR Almeida, Santa Bárbara Construções, Magna Engenharia, Astep Engenharia, Cohabita Construções, Todeschini Construções e Terraplanagem, Constil Construções e Terraplanagem, além da antiga Multimetal Engenharia de Estruturas, atual Indústria Metalúrgica BL Steel.

Em outubro, o Governo do Estado abriu dois processos administrativos contra o consórcio. O primeiro deles tem como objetivo rescindir o contrato para a construção do modal de transporte público. Já o segundo visa a apurar as responsabilidades das empresas nos desvios indicados pelo Ministério Público Federal (MPF), na Operação Descarrilho.

De acordo com depoimentos do ex-governador Silval Barbosa (PMDB), a CAF Brasil teria pagado R$ 18 milhões em propina para manutenção do contrato com o governo.

Em sua delação na Procuradoria-Geral da República (PGR), Silval afirma que o retorno teria sido acertado com a CR Almeida e a CAF Brasil. O ex-governador relata conversas com um diretor da CR Almeida, de quem ele não se recorda o nome, além do presidente da CAF Brasil, Renato de Souza Meireles, e Agenor Marinho Contente Filho, diretor-geral da empresa no país.

PPP
Apesar de descartar a realização de uma PPP para a continuidade das obras, o governo planeja utilizar o formato para a futura operação do VLT em Cuiabá e Várzea Grande. De acordo com o procurador Rogério Gallo, um contrato com duração entre 25 e 30 anos deverá ser o caminho para viabilizar o modal de transporte.

Fonte: O Livre

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